Ardemos na paixão


Ardemos na paixão

Inteligível paixão composta de lume,
Naquela tarde de frio que ardeste em mim…
Labareda da quimera que em ti quero ler
tatuada a sensualidade no desejo sem fim
onde sinto em ti um suave perfume
do amor que insiste em não morrer.

Sonho onde os corpos são um só sem calma,
e as caricias eloquentes explodem uma a uma,
escorregadias no esperado banho de espuma,
ardendo silabas nas entrelinhas em chama….

Amor vivido intensamente queimando o gelo,
Soluçaram os gemidos suados nos poros desejados...
Que afagam o tesão puxando o teu cabelo,
Com a delicadeza dos amantes mais amados…

Em mim teu corpo a paixão bebia…lambia,
encrespada num plural singular
em que nos transformamos na tarde fria…
Tarde em que ficticiamente parecia
que não nos poderíamos amar…

Robert

4 comentários:

Sandra Amorim disse...

Rob, esse banho de espuma...rs... Tudo perfeito! Beijooooooo

Nalva disse...

Eu já disse que não tenho mais palavras pra comentar...mas ao chegar em sua poesia que é VOCÊ...não me contenho...Sente-se cada verso em gemidos expresso pela alma!

Lindo POETA,beijos!

Anónimo disse...

Hahaha ...nós podemos amar a hora que quiser ... nunca serão tardes frias...só calor e climax...Bom final de semana. Beijos Yluna

Denise Matos disse...

Bem... Essa poesia é um espetáculo a parte... Essa poesia jorra sensualidade! Confesso que lí muitas vezes e não canso de ler, pois é linda!!!!!!!!!

Bjos, querido...

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