És a minha vida


És a minha vida

Predestinados beijos ou simples fábulas,
paixões urbanas nos campos de centeio,
tristezas sucumbidas em caixões sem tábuas,
meu sopro quente redemoinho que beija teu seio.

Rio que grita parado pelos semáforos da loucura
Ai…como foi bom vê-lo a correr!
Galopando chicoteado pelo amor sem cura
da asfixia cantarolada sem o coração bater….

Fantasmagóricas saudades do saber amar
nas poesias aclamadas e soltas em noites de Luar.
Lanço-me sem receio à água corrente,
Para te levar o meu amor demente…

Imbecil ou insensato suicido-me na poesia,
morrerei entorpecido nos campos de rosas em botão…
Chorarei até secar meu ser se um dia,
perder a ilusão de ser dono do teu coração.

Robert





2 comentários:

Mel disse...

Você é lindo...é sua essência - a poesia ,sei o quanto se sente vazio quando ela escapa,também sinto o mesmo...
Através dela voamos na imaginação e nos sentimentos ,nossos e de quem lê...

Ela nos dá asas...ou empresta,não sei bem,só sei que devemos usá-las com amor!
Parabéns por sua poesia!

Beijos poéticos!

Denise Matos disse...

Bom dia Robert...
Preciosos versos que encantam muito a quem lê...
Um amor doce e puro, lindamente escrito em sua poesia...

Aplausos por essa divina inspiração...
Bjos aos montes pra vc...

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